Final do Brasileirão 1983 – Maracanã

Final do Brasileirão 1983, flamengo x SANTOS FC.

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De carro, ônibus, trem ou avião, santistas de todas as partes foram pro Rio na final de 1983.

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Imagens do pré-jogo no Maracanã

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Foi o maior público da história do campeonato: 155.523 pagantes.

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Matéria do Jornal do Brasil conta que 40 mil santistas estiveram no Maraca

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Nesse vídeo, integrantes da velha guarda da Torcida Jovem contam que foi a maior caravana da história da Torcida do Santos:

ESTAMOS À PROCURA DE MAIS FOTOS, VÍDEOS E MATÉRIAS SOBRE ESSE JOGO.

QUEM TIVER, POR FAVOR SE MANIFESTE.

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NOSSO FACEBOOK:

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SANTOS FC no Canindé!

A Portuguesa quase acabou, e o Pacaembu está indo pelo mesmo caminho.

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Com o fechamento do estádio municipal por 2 anos para as reformas, surge a possibilidade de uma parceria com os portuga para o SANTOS mandar alguns jogos no Canindé.

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Canindé que foi palco de inúmeros momentos inesquecíveis do nosso SANTOS e da nossa torcida, especialmente nos anos 70, 80 e 90.

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Era lindo ver o metrô, o viaduto cruzeiro do sul e a marginal tomados pela Nação Santista.

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Torcedores do Santos FC no Estádio Osvaldo Teixeira Duarte (Canindé), na zona norte da capital paulista, durante partida contra a Portuguesa, válida pelo Campeonato Paulista 1989.
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Algumas pequenas confusões também já aconteceram no Osvaldo teixeira Duarte e suas redondezas:
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A grande briga na Copinha de 1979

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Durante o jogo Portuguesa 3×1 Santos, no Canindé, pela Copa São Paulo de Juniores de 1979, começou uma grande briga entre torcedores. Esta foi a cobertura que o Diário Popular fez dos acontecimentos.

17 de janeiro de 1979

Na batalha do Canindé, juiz também apanhou

Cerca de cinquenta feridos em estado grave — alguns com fratura no crânio — , além de muitos outros, em número também impreciso, com contusões generalizadas, um jogador gravemente contundido por um lance violento e o árbitro agredido. Este [foi] o saldo do que prometia ser um bom jogo de futebol entre Portuguesa e Santos, no Canindé, mas que acabou se transformando numa verdadeira batalha campal.

O conflito da torcida, que poderia ser apenas uma dessas brigas a ocupar espaço mínimo nos jornais, ganhou grandes proporções, porque os litigantes tinham ao alcance das mãos armas eficientes: caibros e pedras, utilizados no acabamento das obras do Estádio Independência e que se encontravam esparramados pelo local. A essa munição juntaram-se os mastros de bandeiras, que, partidos ao meio, se converteram em contundentes instrumentos de agressão.

Contemplada no campo, a briga tinha todos os indícios de uma coisa muito bem organizada: os torcedores da Portuguesa, quais soldados treinados, formavam verdadeiros cordões, subindo rapidamente as escadas, para se chocar com a torcida do Santos. Esta revidava, descendo em bloco, pedaços de madeira em riste.

O policiamento era insuficiente. Os trinta soldados em serviço não tinham condição de conter a massa. Quando o reforço policial apareceu, torcedores com ferimentos graves eram levados para o departamento médico do clube. Mas, como eram em número cada vez maior, passaram a ser transportados para hospitais e prontos-socorros.

Muitos torcedores avançaram campo adentro, fugindo de seus perseguidores. E o jogo, talvez por influência dos acontecimentos nas arquibancadas, também esquentou, provocando uma vítima. O goleiro Paulinho foi atingido na cabeça por Dunga. Permaneceu no solo, desmaiado, rosto em sangue: havia sofrido afundamento do malar.

Não havia nenhuma ambulância para remover o rapaz, que foi transferido numa viatura da rádio-patrulha, sendo internado no Hospital Monte Sinai. É indiscutível que este fato tenha contribuído de forma decisiva para incendiar o clima, não só da partida, mas de todo o estádio.

Assim, aos 37 minutos, completamente transtornado, Léo, depois de discutir com Mário, seu companheiro de equipe, deu-lhe um tapa no rosto. Mas não ficou satisfeito e acabou agredindo o juiz Wálter Gabriel Mitre. Ele poderá ser enquadrado na punição de 260 dias, se o fato realmente constar da súmula, conforme garantiu o árbitro.

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Mais de cinquenta saíram machucados

João Atala, do departamento técnico da Federação Paulista de Futebol e elemento de ligação entre a entidade e a Secretaria de Esportes, acha que um conflito como o de ontem não deve ser atribuído a toda a torcida, “mas a meia dúzia de cafajestes, [que] açulam os outros”.

Para ele, essa situação só tem um remédio: a convocação dos líderes das torcidas organizadas, para que contenham os ânimos e convençam os companheiros a torcer apenas. Atala acha também que os acontecimentos verificados dentro do campo — das três expulsões à agressão ao juiz — nada tiveram a ver com o quebra-quebra nas arquibancadas.

Afinal, quantos torcedores foram feridos? As informações são contraditórias. O departamento médico da Portuguesa, por exemplo, informou ter atendido cinquenta pessoas, ao passo que o comandante do policiamento, major Florentino, estimou em quinze, no máximo, o número de ferido que precisaram de assistência médica.

Ao mesmo tempo, sabe-se que muitos torcedores, atingidos por pedras ou paus, foram atendidos em hospitais e prontos-socorros situados nas imediações da área do Canindé. O major disse que, nas condições em que se encontra, o Estádio Independência não oferece condições, em virtude do material de construção espalhado por todos os lugares e servindo como arma para os briguentos.


18 de janeiro de 1979

O major continua fazendo críticas

O major Sebastião Florentino, do 13.º Batalhão da Polícia Militar e responsável pelo policiamento do Estádio do Canindé, repetiu ontem todas as críticas que havia feito logo após o jogo de quarta-feira, quando se verificou um grave conflito entre torcedores.

— Não adianta deslocar um policiamento maciço para aquele local — disse o major — se ele próprio não oferece condições. O material empregado nas obras representa um grande perigo.

O militar acrescentou que “nossa obrigação é dar segurança aos espectadores”:

— Não fugiremos a este dever. E, se o Estádio Independência for confirmado para os jogos restantes do certame, nossa unidade comparecerá para cumprir sua obrigação. Mas faremos isso sob protesto.

Coordenador fala em cancelamento

O diretor da Divisão de Promoções Esportivas e de Lazer da Secretaria Municipal de Esportes e coordenador da Taça Cidade de São Paulo, Fábio Lazzari, considera que os incidentes verificados na quarta-feira poderão ser evitados, se houver um policiamento mais ostensivo.

Mostrando-se preocupado com os acontecimentos e com as vítimas por eles provocados, o diretor admitiu, inclusive, que a Secretaria pode adotar medidas drásticas em relação aos jogos de hoje — e até às finais de sábado.

— Se for constatado que o Estádio Independência não oferece condições de segurança, poderemos fazer os jogos com portões fechados. Em último caso, é possível, mesmo, que eles venham a ser cancelados.

As condições de segurança mencionadas por Lazzari dizem respeito unicamente ao policiamento.

O triste saldo daquela quarta-feira

Não existe possibilidade de se fazer um levantamento preciso sobre o sinistro balanço das brigas de anteontem, no estádio da Portuguesa. O próprio departamento médico do clube, na quarta-feira, preocupou-se em atender os feridos, sem tempo para organizar um registro exato sobre o número de atendidos.

Muitos torcedores foram encaminhados para o Pronto-Socorro de Santana, ao passo que outros eram levados para o Hospital Monte Sinai ou à Santa Casa de Misericórdia. A esse número, acrescentam-se aqueles que foram removidos por familiares e amigos, para diferentes postos de atendimento. A quantidade de feridos leves é incalculável. Só o 13.º Distrito Policial registrou o atendimento de setenta pessoas.

No cenário do jogo, duas vítimas. Uma delas, o goleiro Paulinho, do Santos — contundido num choque acidental com Dunga — , foi hospitalizado no Monte Sinais, com afundamento do malar e suspeita de fratura no crânio. O lateral Paraná, da Portuguesa, foi retirado de campo com suspeita de ruptura dos ligamentos.

Um caso de negligência

A essa altura, não tem nenhum sentido tentar a localização da torcida culpada pelo fogo ateado no rastilho que fez explodir os ânimos anteontem, no campo da Portuguesa. As cenas, exaustivamente mostradas pela televisão, oferecem uma fria anatomia do comportamento humano, que separa a tolerância da paixão e esta do irracional. Eis aí um excelente prato para psiquiatras, sociólogos e psicanalistas.

Não é nenhuma novidade a tese de que um estádio de futebol reúne um vasto laboratório de paixões humanas. Nas arquibancadas e nas gerais, o torcedor é um exasperado em potencial, que, durante o tempo da partida, não é contido pelas amarras impostas pela sociedade. Ele se sente seguro da impunidade. Por causa disso, insulta a árvore genealógica do árbitro. Das palavras à ação, é apenas um passo — basta que lhe ofereçam condições para isso; é suficiente que se sinta provocado.

E o estádio da Portuguesa, como estava na quarta-feira e certamente estará hoje, é um campo de batalha ideal. A arma que o torcedor não pode levar para o estádio está à sua disposição dentro dele, em forma de pedras e de madeira, usados nas obras em andamento. Não estamos descobrindo a América: no ano passado, o coronel Nei Vieira, da Polícia Militar, que integrava uma equipe de vistoria dos estádios, elaborou um relatório a respeito do campo da Portuguesa. Seu conteúdo continua sendo um verdadeiro libelo. Naquela época, além de apresentar as condições deficientes do local, o coronel advertiu sobre os perigos que ele representava e manifestou-se frontalmente contrário à sua utilização.

Este relatório foi encaminhado à Federação Paulista de Futebol. Ignoram-se quais as providências adotadas pela entidade, que continuou e continua fixando jogos para aquele campo. Como ultimamente têm sumido documentos do prédio, é possível que o relatório tenha sido desviado. E pode ser até que, qualquer dia desses, seja exibido publicamente por um dos Rípolis da vida [referência a Romeu Italo Ripoli, presidente do XV de Piracicaba, um dirigente que costumava criticar a FPF nessa época] — tudo dependeria, então, da situação política da FPF.

Mas, para que ninguém alegue ignorância, o Popular da Tarde [jornal publicado entre 1968 e 1988, que pertencia ao mesmo grupo do Diário Popular] publicou o parecer do coronel. Os leitores sabem o que aconteceu? O presidente da Portuguesa, em vez de se apressar em dar informações sobre a rápida conclusão das obras, fez um desmentido formal a respeito da denúncia.

E foi além: processou o autor da reportagem, acusando-o de divulgar inverdades. Na quarta-feira, esse dirigente deve ter-se convencido das razões da denúncia. É penoso que, para tanto, fossem necessárias tantas cenas de selvageria, tantas vítimas, algumas em estado grave. Não nos surpreenderá se aquele presidente pedir outro processo, agora contra este jornal, pelo noticiário dos acontecimentos de quarta-feira e por este comentário.

O estádio da Portuguesa não significa uma obra pessoal do seu presidente. Ele é o resultado do esforço da coletividade do clube, da grande massa rubro-verde, que paga suas mensalidades e que, de uma forma ou de outra, procura prestigiar o time de um craque só. Quando se critica sua utilização, não se subestima o trabalho do clube — ao contrário. Nós queremos que fique pronto, queremos preservá-lo, em nome do quadro associativo da Portuguesa e do futebol paulista, que ficará enriquecido.

Mas não confundimos a figura do presidente com o estádio que se constrói. Aquele passará — com a maior rapidez possível, ao passo que este será indestrutível. E, quando realmente estiver terminado, quando for cenário de grandes jogos, naqueles momentos de festa, os incidentes de anteontem servirão apenas como um lamentável exemplo de negligência administrativa. Quanto ao presidente, ninguém mais se lembrará dele.

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A violência uniformizada

Um quebra-quebra como o de anteontem não deve ser examinado isoladamente. Faz parte de um contexto — mas não de um fenômeno social, conforme se pretende classificar. As violências fora do campo e dentro dele não chegam a ser um mistério tão grande. O choque entre as torcidas, como se procura demonstrar nesta página, não alcançaria tamanha dimensão, se as advertências tivessem sido levadas a sério.

Mas é tempo de se debater o papel das torcidas organizadas, um produto do futebol que, infelizmente, está está contribuindo para que o interesse por ele seja destruído. O que seria simplesmente um grupo de pessoas dedicadas à inocente diversão de torcer para seu clube, identificadas por uma mesma camisa, está se transformando num perigoso combustível a incendiar gerais e arquibancadas.

As torcidas — existem clubes que contam com mais de vinte — não têm nenhuma espécie de vínculo jurídico com o clube por que torcem. Mas este se serve delas, como força eleitoral. Daí a existência de antagonismo entre facções de uma mesma agremiação. O sócio regular do clube é sujeito a regulamentos. Sua inscrição permite identificá-lo legalmente. Contrariando as normas do clube, comportando-se inconvenientemente dentro dele, está sujeito, inclusive, a expulsão.

As torcidas organizadas não têm qualquer critério para inscrição. Daí é fácil entender que qualquer indivíduo possa integrá-las. Vários indivíduos juntos formam um grupo perigoso; uma multidão deles é a ameaça constante. Eles se infiltram nos estádios, não com o propósito de ajudar a grande festa do futebol, mas para promover desordem. Não estamos inventando nada disso. É só verificar nos arquivos de fotografias.

E os mastros, originalmente confeccionados para levantar as bandeiras, passam a ter uma outra finalidade: agredir. Eles são introduzidos nos campos de futebol, às centenas. As torcidas organizadas têm lugares privativos nos estádios, outros torcedores não podem se sentar ali, embora tenham pago exatamente a mesma importância pelo ingresso. Naquela terra de ninguém, são absolutos. Ai daquele que reclamar contra palavrões, gestos obscenos, bagaços de laranja jogados a esmo!

E o pacífico torcedor, que costuma, aos domingos, encontrar-se com o seu prazer de um jogo de futebol, está sendo expulso dos estádios, juntamente com seus filhos. Porque a mulher, a noiva, a namorada, faz tempo que não vai. Diante do que está acontecendo, ninguém se surpreenderá se, num desses entreveros, a polícia deparar com um caso de estupro.

19 de janeiro de 1979

Torcedores, soldados e cães. A paz no Canindé

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Nunca se viu tanta polícia num estádio de futebol. Por causa disso, embora o público fosse tão numeroso quanto o da última rodada, quando aconteceu aquela briga toda, não houve um incidente de gravidade. Do lado de fora do estádio, viam-se três caminhões da tropa de choque, que distribuíram soldados da PM por todas as entradas, no meio da torcida e dentro do campo.

As vigas de madeira, que serviram de armas para os torcedores, na quarta-feira, foram quase todas retiradas. Perto das que sobraram, mais soldados. No campo, soldados e cães pastores alemães. De frente para o público, vigiando e cercando todo o gramado. Poucos repórteres se arriscaram a passar perto dos animais, independentemente de todas as garantias oferecidas pelos domadores.

Com tudo isso, era impossível qualquer briga. Só uma aconteceu, mas foi logo dispersada e não teve nenhuma gravidade. A torcida voltava a se comportar. Comportar-se em termos, pois os palavrões, brincadeiras e agressões verbais ao juiz, e mesmo gozações com os soldados, eram tolerados. Não houve invasão de campo, não houve garrafadas. Poucas bandeiras apareceram. Portanto, poucos mastros. Calmaria no Canindé.

Fonte:

SANTOS CAMPEÃO DA COPINHA 84

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Estamos à procura de mais material referente ao SANTOS FC no Canindé, e em breve o post será atualizado.

SANTOS 3 X 1 avaí – A Liderança é nossa!

Vila Belmiro em festa!

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Toda festa da Liderança na Vila Belmiro, que a TV não mostrou.

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SANTOS 3 X 1 avaí – Brasileirão 2019.
O vídeo ficou um pouco longo pois fazia tempo que eu não ia ao Templo Sagrado de Vila Belmiro.

 

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Corredor de fogo no ALÇAPÃO!!! 200 fotos do Pré-jogo na Vila Belmiro (+15 vídeos) !

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DATAPEIXE: onde está a Torcida Santista?

 

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As últimas pesquisas semi-confiáveis mostram o SANTOS com algo entre 3,2% e 3,4% da Torcida Brasileira, ou seja, teríamos de 6,6  a 7,2 milhões de Santistas nesse imenso Brasil.

Mas onde estão esses torcedores?

É o que vamos descobrir nesse estudo DATAPEIXE.

Pesquisa Pluri qasd

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Dividimos o estudo em 10 regiões:

Interior Paulista – 2.000.000  de Santistas.

Grande São Paulo – 1.760.000  de Santistas.

Região Nordeste – 754.000 Santistas.

BAIXADA SANTISTA – 702.000 Santistas.

Paraná – 690.000 Santistas.

Região Centro-Oeste – 512.000 Santistas.

Santa Catarina + Rio Grande do Sul- 298.000 Santistas.

Região Norte – 270.000 Santistas.

Minas Gerais – 210.000 Santistas.

Rio de Janeiro + Espírito Santo: 190.000 Santistas.

Total: 7.386.000 de Santistas no Brasil.

Em detalhes:

1) Interior Paulista – 2 milhões de Santistas.

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São 20 milhões de habitantes no interior de SP. É onde está o maior contigente de Torcedores do Peixe, espalhados por quase 600 municípios. 

Temos 10% da Torcida no Interior, ou seja, 2 milhões de Santistas.

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O interior do Estado de São Paulo ultrapassou no ano de 2012 a Grande São Paulo e conquistou o posto de maior mercado consumidor do País.

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2) Grande São Paulo – 1.760.000 Santistas.

Na soma dos 39 municípios da Grande SP  são 22 milhões de habitantes, onde o SANTOS tem cerca de 8% da Torcida.

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Ou seja, 1.760.000 Santistas.

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3) Região Nordeste – 754 mil Santistas

53 milhões de habitantes no Nordeste, temos 1,4% dessa massa, ou seja, 754 mil Santistas.

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4) BAIXADA SANTISTA – 702 mil Santistas.

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1,8 milhões de habitantes na Baixada, onde o SANTOS tem cerca de 39% da Torcida, ou seja, 702 mil Santistas.

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5) Paraná – 690 mil Santistas

11,5 milhões de habitantes, onde temos 6% da Torcida, ou seja, 690 mil Santistas.

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6) Região Centro-Oeste – 512 mil Santistas

São 16 milhões de habitantes no Centro-oeste, onde temos 3,2% da Torcida, ou seja, 512 mil Santistas.

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7) Santa Catarina + Rio Grande do Sul – 298 mil Santistas

7 milhões de habitantes em Santa Catarina, sendo 3,4% de Santistas, ou seja, 238 mil torcedores. E 0,5% do Rio Grande do Sul, que tem 12 milhões de habitantes, ou seja, mais 60 mil Santistas.

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8) Região Norte – 270 mil Santistas

16 milhões de habitantes, 1,5% de Santistas, ou seja, 270 mil alvi-negros da Vila.

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9) Minas Gerais – 210 mil Santistas

21 milhões de habitantes em Minas, e temos 1%, ou seja, 210 mil Santistas.

Pesquisa feita pelo DataFolha entre 14 e 18/12/2009 e publicada em 03/01/2010:

Em Minas Gerais:
1º Cruzeiro: 31%
2º Atlético: 15%
3º Flamengo: 12%
4º Corinthians: 7%
5º Palmeiras e São Paulo: 3%
7º Vasco: 2%
8º Botafogo, Fluminense e Santos: 1%
11º Grêmio e Portuguesa: não chegaram a 1% cada
13º outros: 1%
14º não torcem: 21%

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10 ) Rio de Janeiro + Espírito Santo: 190 mil Santistas

Somos 1% do Rio e 0,5% do Espírito Santo.

RJ com 17 milhões de habitantes e ES com quase 4 milhões.
São 170 mil Santistas no estado do RJ e mais 20 mil no ES.

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Pesquisa feita pelo Datafolha na cidade do Rio de Janeiro entre 14 e 18/12/2009 e publicada na Folha de São Paulo em 03/01/2010:
1° Flamengo 49 %
2° Vasco 13 %
3° Fluminense 12 %
3°Botafogo12 %
5° Santos 1 %
5° Corinthians 1 %
7° Atlético-MG, Bahia, Cruzeiro, Grêmio, Palmeiras e São Paulo: menos de 1%.
Outros clubes 1 %
Nenhum 11 %

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Somando:

Interior Paulista – 2.000.000  de Santistas.

Grande São Paulo – 1.760.000  de Santistas.

Região Nordeste – 754.000 Santistas.

BAIXADA SANTISTA – 702.000 Santistas.

Paraná – 690.000 Santistas.

Região Centro-Oeste – 512.000 Santistas.

Santa Catarina + Rio Grande do Sul- 298.000 Santistas.

Região Norte – 270.000 Santistas.

Minas Gerais – 210.000 Santistas.

Rio de Janeiro + Espírito Santo: 190.000 Santistas.

Total: 7.386.000 de Santistas no Brasil.

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Por regiões:

Sudeste: 4.862.000 de Santistas

Sul: 988.000 Santistas

Nordeste: 754.000 Santistas

Centro-Oeste: 512.000 Santistas

Norte: 270.000 Santistas

 

Mais algumas pesquisas regionais:

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Deputados:

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Cuiabá-MT

– Flamengo: 19,5%
– Corinthians: 13%
– São Paulo: 11,3%
– Palmeiras: 7,7%
– Vasco: 3,8%
– Santos: 3,8%

 Campo Grande-MS:

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MAPA DAS CURTIDAS FACEBOOK

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Segundo o estudo do Ibope-Repucom em 2017, feito em 319 municípios, existem 110.416.601 brasileiros que acompanham futebol e têm preferência por algum clube, considerando o público acima de 16 anos. No caso, isso corresponde a 69,1% dos 159,7 milhões de habitantes nesta faixa etária – ao todo, a população do país, segundo a estimativa do IBGE no período, era de 207,6 milhões. Batizado de “DNA Torcedor 2017”, a pesquisa nunca foi revelada inteiramente, de forma oficial, saindo apenas pílulas de informações a partir de 2018 – foi produzida para clientes, sendo um produto caro. Aqui, uma compilação dos números gerais divulgados desde então.

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Pesquisa “secreta” do Ibope em 2017 aponta 110 milhões de torcedores a partir de 16 anos

 

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A origem popular da grande massa Santista

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Pesquisas de Torcidas Revista Placar/Gallup 1971 e 1983.

1971:
“Entre classes econômicas – O São Paulo era um “time de rico” (28% da classe A na capital torcia pelo time, contra 20% pelo Corinthians). O Palmeiras era forte na classe média, a B (com 54% de sua torcida), e o Santos tinha 48% de sua torcida entre as C e D.”.
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Torcidas em São Paulo
1º Corinthians – 29%
2º Palmeiras – 17%
3º São Paulo – 15%
4º Santos – 9%
5º Portuguesa – 2%
Nenhum – 28%
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Em idade era assim:
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> Entre 10 e 17 anos:
1º Corinthians – 38%
2º Palmeiras – 15%
3º Santos – 15%
4º São Paulo – 14%
Outros ou nenhum – 18%

1983:

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A maioria dos Santistas nos extremos sul e leste da capital. Bem longe dos ingressos.

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2016

Mais uma pesquisa, essa em 2016, mostra a maioria popular na Torcida Santista.

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As mais atuais:

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Só por curiosidade, aproveitando o post, nessa pesquisa de 1969, SANTOS era A MAIOR Torcida do Brasil.

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Fonte: https://books.google.com.br/books?id=U2aK4LIHCv8C&pg=PA22&dq=gallup+pesquisa&hl=pt-BR&sa=X&ved=0ahUKEwi0ps-Ko73jAhX0ErkGHRMhCWsQ6AEILTAB#v=onepage&q&f=true

Pela volta da Festa nos estádios Paulistas!!!

CONTRA A VIOLÊNCIA = A FAVOR DA FESTA!

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Chega de incompetência!

FUTEBOL - TORCIDA

Pela volta das festas nos estádios paulistas!!

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Mais festa = menos violência!

 

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History facts – O Hino oficial do Santos FC.

Nova série aqui no blog:

“History facts – Santos FC”.

Iniciando a série com uma interessante matéria que mostra que apenas 22 anos atrás, em 1997, a grande maioria dos Santistas desconhecia a existência do hino oficial do SANTOS FC.
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http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0142k.htm

“Você conhece o hino oficial do Santos F.C.? A Tribuna constatou, por intermédio de uma pesquisa aleatória nas ruas e avenidas da região central da Cidade, o que já se imaginava. A maioria dos santistas entrevistados não conhece o verdadeiro hino do clube alvinegro, criado em julho de 1957, pelo músico santista Carlos Henrique Paganetto Roma.

Quase 60% dos consultados, 59,2%, disseram que conheciam pelo menos uma parte do hino, mas na hora de cantar, repetiam trechos da marchinha Leão do Mar, música composta em janeiro de 19456, pelo publicitário paulistano José Maugeri Netto.

Enquete – Segundo enquete sobre qual das composições agrada mais aos torcedores, a marchinha Leão do Mar acaba sendo a referida da maioria dos entrevistados, exatamente por falta de contato e conhecimento com o conteúdo do hino verdadeiro.

“Não conheço o hino verdadeiro, só o Leão do Mar. Inclusive pensava que era o hino oficial do time da Vila Belmiro”, comenta o auxiliar de exportação e importação José Rubens Gomes Santana.

A auxiliar de escritório Roberta Moacir Schmidt tem a mesma opinião de José Santana. “Nunca ouvi falar do hino verdadeiro. Acho que o Leão do Mar tem grande identificação com o público. É bem mais conhecido e tem tudo a ver com o Santos”, justifica.

Seu colega de escritório, André de Souza, concorda. “Gosto muito do Leão do Mar. E todo mundo conhece pelo menos um pedacinho da letra”, argumenta. O maquinista José Luiz dos Santos Costa também prefere o Leão do Mar. “Esta marchinha está na boca do povo. Já escutei o hino verdadeiro, mas gosto mais da letra da marcha”, revela.

Letra maravilhosa – Já para o representante técnico Ronaldo Sérgio Cardoso Nazar, o hino é bem melhor. “O Leão do Mar é só uma marchinha, apesar de ser mais conhecido pelo torcedor. O hino, que já ouvi tocar na rádio, tem uma letra maravilhosa. Precisam regravar o hino e divulgá-lo”, defende.

O administrador de empresas Clóvis Ferraz também afirma que a marchinha é coisa de época. “A letra da marchinha é bem mais fácil e repetitiva. Isso facilitou para o povão decorar”, explica. “Prefiro o hino original, que é lindo. Precisam desenvolver um trabalho forte de divulgação do hino para fixar na cabeça do torcedor”, completa.

A Tribuna 1997
A Tribuna – 2 de março de 1997 (página A-22)

“O hino oficial do Santos F.C., de autoria do músico Carlos Henrique Paganetto Roma (1936-1983), surgiu em julho de 1957. Apesar de existir há tanto tempo, só foi homologado como oficial do clube em 11 de junho de 1996, pelo Conselho Deliberativo do Santos, presidido por Edmond Atik.

O autor da proposta de homologação, Júlio Teixeira Nunes, um dos conselheiros mais antigos da Vila, afirma que desde 1990 insistia constantemente para a ratificação do hino no Estatuto do clube. “Comecei a correr atrás desta homologação depois que deixei o cargo de vice-presidente da Administração e Finanças do Santos, em março de 1990”, recorda o conselheiro.

“Apresentei minha solicitação por escrito, pela primeira vez, em 26 de março daquele ano. Na época, o presidente do Conselho era o Mílton Teixeira. Insisti com todos os presidentes que passaram pelo cargo, mas até junho do ano passado, não havia conseguido nada”, lembra.

Estatuto – De acordo com Júlio Nunes, o hino constava apenas num projeto de alteração do Estatuto do Santos. “Ninguém do clube nunca agiu para resolver o problema do hino. Quando foi reformulado o Estatuto, nos anos 60, o hino oficial não foi incluído”, revela.

“A marchinha Leão do Mar, criada um pouco antes, acabou sendo gravada e comercializada por aí como se fosse o hino do clube. Mas, o hino verdadeiro sempre foi outro”, reclama o conselheiro.

Este foi seu argumento principal para convencer os 179 membros do Conselho, que participaram da votação da proposta. “Consegui unanimidade para a homologação da música do Carlos Henrique”, conta Nunes. Ele afirma ter conhecido o autor. “O Carlos sempre dizia que a marchinha era uma música de época. O seu hino, não. Era para sempre”, recorda.

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O conselheiro Júlio Nunes: críticas ao Departamento Jurídico. Foto: Carlos Nogueira, publicada com a matéria

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Mercado – O conselheiro não entende até hoje por que nem o Departamento Jurídico do Santos nem o Departamento de Comunicação nunca fizeram nada para resolver esse problema. “A marcha Leão do Mar está no mercado como se fosse o hino do clube e isso está errado”, enfoca.

Ele não se conforma que alguém (os autores da marchinha), e não a entidade Santos F.C., esteja ganhando dinheiro com essa comercialização. “Existe um CD de hinos dos clubes de futebol e lá o Leão do Mar consta como hino do Santos. Isto é um absurdo”, reclama, referindo-se ao CD da gravadora Cid Digital.

“Tem aquele boneco também, que você aperta e ele canta o hino do clube. Até naquele brinquedo o que toca é o Leão do Mar. E pior, como se fosse o hino do Santos”, acrescenta Júlio Nunes, explicando sobre o mascote musical do time, fabricado pela Estrela.

Gravação – Segundo ele, que tem uma fita com uma gravação do hino oficial, “o Santos precisa divulgar e comercializar a música verdadeira do time. Já fiz cópia da fita e deixei na secretaria do clube”, informa.

Júlio Nunes pretende agora conversar com o presidente do Conselho, Edmond Atik, para iniciar o processo de gravação comercial do hino verdadeiro. “Se ninguém se manifestar, eu mesmo vou agilizar isso. Provavelmente, iremos à Capital contactar produtores, músicos e gravadora para executar essa comercialização”, conta o conselheiro. (VM).

O som que sempre estremece a  Vila

Gravação do hino oficial do Santos completa 50 anos

Anderson Firmino

Da Redação

Quem assistiu a um jogo do Santos, na Vila Belmiro, sabe o tamanho da força de alguns acordes musicais. Quando o doce som de uma flauta anuncia que vai começar o Hino do Santos, a torcida do Peixe já se alvoroça. E não é para menos: o Hino Oficial do Santos (Sou Alvinegro da Vila Belmiro…), composto por Carlos Henrique Roma, cuja família tem a história misturada com a do clube (é filho de Modesto Roma, um dos maiores dirigentes santistas), composto em 1957, teve uma de suas gravações mais antigas lançada há exatos 50 anos. Ao lado da marchinha Leão do Mar, é o som que estremece Urbano Caldeira.

De acordo com pesquisa, cruzando informações de fontes como os sites da Fundação Joaquim Nabuco e do Instituto de Memória Musical Brasileira, feita pelo historiador José Ricardo Gonçalves, a gravadora Odeon lançou, em 1959, um disco 78 rotações, com interpretações do cantor Francisco Egydio. Numa das faixas, o hino do Alvinegro, cujo título oficial é Glória ao Santos FC, é cantado de forma solene. Na outra, Egydio canta outra música de exaltação, de nome O Santos Ganhou. Para o pesquisador, as gravações, obtidas junto a colecionadores, configuram verdadeiro “achado”.

“Eu tinha na memória a gravação, dos meus tempos de criança, quando acompanhava um programa da Rádio Atlântica de Santos que só flava sobre o clube. A curiosidade sobre o intérprete sempre existiu, mas a partir de 2003, quando criei um site sobre música, pude ir atrás de informações mais detalhadas. Até que, em 2007, descobri endereços que possuem catálogos de quase todas as gravações feitas no País em 78 rotações e em LP”, comentou Ricardinho, de 48 anos, engenheiro da Petrobrás e que morou na Cidade, no Marapé.

Porém, ele obteve duas cópias em formato MP3 das músicas do compacto e, em contato com a subsede do Santos na Capital, enviou os arquivos. O diretor José Carlos Peres lembrou que Glória ao Santos FC só foi homologado como hino oficial em 1996, pelo Conselho Deliberativo do clube, graças à propositura do conselheiro Júlio Teixeira Nunes.

E, como diz a própria canção, possuir duas músicas tão marcantes que remetem ao clube é “um orgulho que nem todos podem ter”.

O INTÉRPRETE

O auge do cantor Francisco Egydio foi nas décadas de 50 e 60. Foi o primeiro a receber o Troféu Imprensa na categoria Intérprete, em 1960. Morreu em 2007, aos 80 anos

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A torcida canta a marcha Leão do Mar e o hino Glória ao Santos FC Foto: Raimundo Rosa, publicada com a matéria

FONTE: http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0142k.htm